08.04.2011Não à pena de morte

José Carlos García Fajardo
Não é possível admitir a pena de morte. E no Catecismo Romano, mantém-se “em determinadas circunstâncias”. Ninguém pode matar a ninguém.

25.03.2011Razões para buscar

José Carlos García Fajardo
Um pode ser voluntário sociae, independentemente de sua situação pessoal e dos motivos que o levaram. A motivação servia de pretexto para tomar a decisão.

18.03.2011Precisamos dos imigrantes

José Carlos García Fajardo
O papel das organizações humanitárias deve se concentrar na promoção dos valores do intercâmbio cultural. O que cabe aos voluntários é uma atitude que eduque, que sensibilize e que acolha ao imigrante sem preconceitos.

11.03.2011A esperança se veste de profeta

José Carlos García Fajardo
O outro nunca pode ser o objeto da nossa generosidade. O outro é sempre o sujeito, pessoa que interpela, pessoa mais que indivíduo, pois o mesmo poderia se converter em um meio para uma finalidade.

18.02.2011As feridas abertas

José Carlos García Fajardo
A integração européia será impossível se o sul do Mediterrâneo perdurar na miséria: o Sul requer que se compartilhe os benefícios da riqueza.

04.02.2011O espírito do Voluntariado Social

José Carlos García Fajardo
A solidariedade implique generosidade, desprendimento, participação e fortaleza

21.01.2011Os vagabundos celestes da Internet

José Carlos García Fajardo
Os vagabundos celestes navegam pelas autopistas (on the road) da comunicação de um mundo do qual não gostam, mas de cujas descobertas técnicas se utilizam, naturalmente.

14.01.2011Campanhas de imagem disfarçadas

José Carlos García Fajardo
As ONGs sérias não querem confundir a opinião pública, e aqueles que não sabem arrecadar fundos licitamente deveriam se retirar.

07.01.2011Algo vai mal no mundo

José Carlos García Fajardo
É loucura lutar contra o terrorismo mediante as guerras preventivas. Não sería más lógico acometer os problemas fundamentais?

30.12.2010Não somos enviados, mas sim chamados

José Carlos García Fajardo
A autenticidade do voluntariado social é medida pela resposta à uma desigualdade injusta ou a um atentado à liberdade, pois a vida é vista como um caminho na busca da felicidade, e esta é inseparável da liberdade e da justiça.

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