23.12.2010O grito dos pobres

José Carlos García Fajardo
O ateu e o teísta são crentes, mas o agnóstico só busca a verdade.

17.12.2010O marketing que explora sentimentos

José Carlos García Fajardo
As empresas que desejam ajudar aos pobres não poderiam dedicar o que gastam com campanhas publicitárias para melhorar os estudos sobre os efeitos secundários dos seus produtos?

10.12.2010O caminho do coração

José Carlos García Fajardo
É absurdo se apegar às coisas, como se tivéssemos que levar algo mais do que trouxemos. A única forma de possuir é compartir com alegria.

03.12.2010É tempo de convergências

José Carlos García Fajardo
É possível construir um mundo melhor se unirmos esforços para contribuir com alternativas viáveis ao modelo de desenvolvimento caduco e obsoleto que impera.

26.11.2010Troquemos de chip

José Carlos García Fajardo
Sermos nós mesmos em relação aos outros parece obsceno, porque as pautas do mercado estabelecem que – pensar, atrever-se, discernir, sair do ciclo de consumidores aprisionados – é pecado.

19.11.2010Para quê ter pressa?

José Carlos García Fajardo
Nascem para a vida imortal; não se vão da vida para a morte, como no Ocidente. Nosso conceito linear do tempo é estranho para o pensamento africano. O futuro não faz sentido porque não ocorreu. É só uma extensão do presente.

12.11.2010Resgatar a memória do esquecimento

José Carlos García Fajardo
A memória é a única esperança que nos resta para poder abrir um amanhã, que está em nós mesmos, mas abandonado do outro lado do espelho. Temos que nos resgatar do esquecimento para que não nos privatizem e nos homologuem e percamos a magia da palavra.

05.11.2010O caminho de Chuangtzú

José Carlos García Fajardo
“Existe alguma maneira de fazer com que a vida seja realmente digna de ser vivida, ou é impossível? Não posso dizer se o que consideram felicidade, é realmente. Só o que sei é que os vejo arrastados de cabeça, austeros e obcecados pela maré geral do rebanho humano, incapazes de deter-se ou mudar de direção”.

29.10.2010Quem é o outro?

José Carlos García Fajardo
Não é recomendável se preocupar em fazer o bem, mas fazê-lo. Se se busca o mérito das ações, estas se prostituem. Daí que o justo não se preocupe em fazer coisas boas; “bom é o que faz o justo”.

22.10.2010Escutar o grito dos marginados

José Carlos García Fajardo
A unidade em uma projeção de futuro nos leva a tornar nossas necessidades alheias e juntar esforços para lutar pela condição humana que exige a dignidade como garantia de uma liberdade autêntica, e não a liberdade para morrer de fome.

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